Atualização: MP proíbe publicidade de bets em todo o país.
A Medida Provisória 1.394, publicada na sexta (25), proíbe a exploração de apostas de quota fixa no Brasil. Ela também veta publicidade, marketing e patrocínio de bets em qualquer meio, físico ou digital.
Peças e placas de patrocínio têm 10 dias para sair do ar. Contratos antigos podem rodar até 5 de outubro, e as plataformas ficam inacessíveis a partir do dia 6. A Abert orientou as emissoras a não vender mais espaço para o setor. O Conar lembrou que mudança brusca de regra também atrapalha a autorregulação.
Por que importaAs bets viraram um dos maiores anunciantes do país em poucos anos, da camisa do time ao intervalo da novela. Com a saída delas, sobra espaço à venda, principalmente no esporte.
Na práticaSe sua marca sempre achou patrocínio esportivo caro demais, peça proposta agora. É aposta do Vina News, mas a negociação de 2027 tende a ser outra.
Ler no Meio & Mensagem →Meio & Mensagem · 28/09
Ver os prazos na Agência Senado →Agência Senado · 28/09
No ChatGPT, a Microsoft aparece em 38% das respostas sobre software.
O EMARKETER lançou um índice de visibilidade em IA. Ele analisou 4.480 respostas do ChatGPT a perguntas sobre 15 categorias de software para empresas. A Microsoft foi citada em 38% delas, e o Google em 20%.
Em comunicação de equipes, a Microsoft aparece em 85% das respostas, contra 49% do Zoom. Gestão de projetos é mais disputada: Asana tem 87%, ClickUp 77% e monday.com 71%.
Por que importaA resposta da IA virou vitrine, e essa vitrine favorece quem já é líder. Categoria com diferença pequena entre os primeiros é onde marca menor ainda tem espaço para entrar.
Na práticaFaça ao ChatGPT as dez perguntas que seu cliente faria antes de comprar e anote quem aparece. Repita todo mês e acompanhe se sua marca entra na conversa.
Ler no EMARKETER →EMARKETER · 28/09
Preço virou o principal motivo para assinar e cancelar streaming.
Uma pesquisa da Hub Research com 1.600 espectadores nos Estados Unidos mostra que o preço já responde por 21% do valor percebido de um serviço de streaming. Em 2025, eram 12%. Esporte ao vivo vem em segundo, com 13%.
O preço também empurra a saída: 36% de quem pretende cancelar cita o custo. E 32% dos assinantes entraram e saíram de algum serviço três vezes ou mais no último ano.
Por que importaQuando o cliente assina para ver uma série e cancela no mês seguinte, fidelidade vira coisa do passado. Vale para qualquer negócio de receita recorrente: o valor precisa aparecer todo mês.
Ler no EMARKETER →EMARKETER · 29/09